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terça-feira, 26 de julho de 2011

Água: Criadas a AMGAP-Associação de Municípios para a gestão da Água Pública e a empresa Águas Públicas do Alentejo SA.

28-09-2009
Vinte e um (21) municípios alentejanos criaram a AMGAP-Associação de Municípios para a gestão da Água Pública e a empresa Águas Públicas do Alentejo SA, entre a AMGAP e as Águas de Portugal.


Vinte e um municípios do Alentejo criaram a Associação de Municípios para a gestão da Água Pública (AMGAP) e a empresa Águas Públicas do Alentejo SA, com as Águas de Portugal (AdP), que vai gerir o sistema de abastecimento de água em alta e saneamento.
Os autarcas já escolheram os dirigentes da nova associação e da futura empresa, com José Maria Pós-de-Mina (Câmara de Moura-CDU) a assumir a presidência do Conselho Executivo. A Comissão de Gestão da Parceria com a AdP, é liderada pelo ex-presidente da edilidade de Évora, Abílio Fernandes e Jorge Rosa (Mértola-PS). No Conselho de Administração da empresa Águas Públicas do Alentejo SA, José Figueira (Vendas Novas-CDU) e António Camilo (Odemira-PS) serão os representantes das autarquias, enquanto que na Comissão de Vencimentos está Pedro Paredes (C.M.Alcácer do Sal-PS).
Na sexta-feira, após a reunião dos municípios, José Maria Pós-de-Mina, presidente da Câmara Municipal de Moura, e porta-voz da associação, falou dos “passos a seguir” e a importância que “o acordo” tem para as populações.


O Estado e vinte e um municípios do Alentejo vão investir cerca de 227 milhões de euros, entre 2010 e 2015, para melhorar o abastecimento e o saneamento regionais de água, no âmbito de uma parceria pública de 50 anos, que será explorada e gerida pela sociedade anónima constitui, denominada, Águas Públicas do Alentejo SA. Esta empresa será participada em 51 por cento pelas Águas de Portugal, representante do Estado, e 49 por cento, da AMGAP, associação integrada pelas autarquias.

Fonte: Destakes

quarta-feira, 20 de julho de 2011

ÁGUAS DO PLANALTO




A ÁGUAS DO PLANALTO, S.A.  é a empresa concessionária do Sistema Intermunicipal de Abastecimento de Agua aos Municipíos de Carregal do Sal, Mortágua, Santa Comba Dão, Tábua e Tondela (aprox. 80.000 habitantes).

EPAL

Empresa Portuguesa de Águas Livres SA (EPAL) é responsável pelo abastecimento de água de Lisboa (Portugal) e arredores.


A partir de 1974, foi constituída a EPAL- Empresa Pública das Águas de Lisboa, designação que foi mantida até 1981, quando passou a denominar-se por EPAL-Empresa Pública das Águas Livres.
Em 21 de Abril de 1991, por força do decreto-lei nº 230/91, a EPAL-Empresa Pública das Águas Livres é transformada em sociedade anónima de capitais integralmente públicos, situação que lhe confere maior flexibilidade de gestão, passando a ter a denominação social de EPAL-Empresa Portuguesa das Águas Livres, SA, uma Sociedade Anónima.
A partir de 1993 é integrada no então criado Grupo Águas de Portugal SGPS, SA.
fonte: Wikipedia


A EPAL – Empresa Portuguesa das Águas Livres, SA é uma sociedade anónima de capitais integralmente públicos, detida a 100% pela AdP- Águas de Portugal.


A EPAL é responsável por um sistema de abastecimento que se desenvolve ao longo de mais de 2 100 quilómetros, desde a albufeira de Castelo do Bode até à cidade de Lisboa.

A EPAL abastece de água com qualidade cerca de 3 milhões de pessoas, de 32 concelhos da margem norte do rio Tejo, correspondendo a uma área total abastecida de 6.947 Km².

Mantém relações contratuais com cerca de 350 mil clientes directos, do concelho de Lisboa, onde assegura o abastecimento domiciliário.

Águas de Portugal

Águas de Portugal (ADP) é um grupo de empresas portuguesas de serviços que presta serviços a mais de sete milhões de Portugueses operando nas três vertentes do Saneamento Básico:
  • abastecimento de água;
  • saneamento de águas residuais;
  • tratamento e valorização de resíduos sólidos.
Fonte: Wikipedia

A Águas de Portugal foi constituída em 1993, ao abrigo do direito comercial privado com acionistas públicos, tendo como prioridade o desenvolvimento dos sistemas multimunicipais de abastecimento de água e de saneamento de águas residuais, no sentido de ultrapassar a fragmentação que caracterizava aqueles setores, condição necessária para a evolução pretendida. À data, registava-se um único caso em que os serviços não se encontravam confinados aos limites administrativos de um determinado concelho: a EPAL, empresa centenária que então fornecia água a cerca de 20 municípios da área da Grande Lisboa e que é hoje uma das unidades de negócio do grupo AdP.

Em 2000, as participações do Estado português na área do ambiente foram integradas no grupo AdP, nomeadamente a Empresa Geral do Fomento (EGF) enquanto sub-holding para o tratamento e valorização de resíduos sólidos urbanos, que se constituiu como uma nova unidade de negócios do grupo. (...)

Recentemente, verificou-se a necessidade de reformular o modelo institucional com base no qual se constituíram os sistemas multimunicipais. Foi assim definido e legalmente aprovado um novo modelo organizativo para os serviços de águas e resíduos, assente na celebração de contratos de parceria entre o Estado e as autarquias locais, modelo esse que foi adoptado para a criação de duas novas empresas em 2009.

O grupo AdP agrega hoje mais de 40 empresas que atuam nos domínios do abastecimento de água, do saneamento de águas residuais, do tratamento e valorização de resíduos, na área das energias renováveis, em serviços partilhados e em mercados internacionais.
http://www.adp.pt/content/index.php?action=detailfo&rec=1757&t=Historia

AEPSA contra AdP


economico.sapo.pt

Associação de Empresas de Ambiente defende que, sem maior eficiência, o preço da água pode subir 40%.

A Associação de Empresas para o Sector do Ambiente (AEPSA) não é favorável à privatização da Águas de Portugal (AdP). "O modelo que defendemos é o da concessão. O Estado deve ficar com todas as infra-estruturas na sua posse", explica o presidente da associação, Paulo Pinheiro.


Os órgãos de comunicação social de hoje fazem-se eco de notícias veiculadas pela Associação das Empresas Portuguesas do Sector do Ambiente sobre a situação do grupo AdP relativas à anunciada intenção do Governo da sua privatização, notícias essas que não estão correctas e se destinam, aparentemente, a veicular a ideia de que a empresa é insusceptível de privatização devido aos problemas insolúveis que a afectariam. Estas notícias causam alarme junto da população, pois dão a entender que existe o risco de ruptura do serviço, de colapso financeiro das empresas e de que se avizinham aumentos generalizados e vultuosos de tarifas da prestação do serviço, que seria a única solução para aqueles problemas. 

Na qualidade de Presidente do CA cabe-me repor a verdade sobre a situação do grupo e das suas participadas, para atalhar o alarme social que a AEPSA 

Cartágua



2010-03-19
Assinatura do contrato viabiliza investimentos directos de 15 milhões de euros e receita financeira de 23 milhões ao longo de 35 anos. Abastecimento de água pela EPAL garante qualidade a baixo preço.